sábado, 22 de fevereiro de 2014

Xuxa pede aos evangélicos que orem por sua mãe

Um fato tem intrigado o mundo evangélico nas últimas semanas.
A apresentadora Xuxa Meneghel, celebridadeque sempre foi acusada de ter pacto com o demônio, passou apelar para as orações dos evangélicos nos últimos dias.

Ela pede orações pela para a mãe que está internada desde o dia 14 de janeiro, no hospital Barra D Or, na Zona Oeste carioca, Dona Alda Meneghel continua no Centro de Terapia Intensiva.


"Oi, gente! Desculpa eu estar tão afastada de vocês e entrar aqui e pedir uma coisa, mas é que é muito importante. Então, até mesmo você que não goste de mim, por favor, eleve seus pensamentos agora e peça a Deus pra minha Aldinha melhorar, sei que com a ajuda de vocês ela vai conseguir sair dessa. Obrigada desde já e que Deus abençoe cada um de vocês (sem exceção). Beijos, X", escreveu a loura.
Leia: Boneca da Xuxa pode ter matado crianças
Na última segunda-feira (27), foi emitido um boletim médico, assinado pelo Dr. Abelardo Araújo, Neurologista que assiste Dona Alda, e o Dr. João Pantoja, pneumologista.

"A Sra. Alda Flores Meneghel permanece internada no CTI do Hospital Barra D'Or por infecção respiratória bacteriêmica (pneumonia), complicada pela doença de Parkinson. Sua situação respiratória permaneceu tênue, em função de sua reserva clinica reduzida, mas ela foi capaz de ter sucesso com as medidas de fisioterapia respiratória intensivas, incluindo ventilação não invasiva prolongada por interface de máscara facial completa. Durante sua internação, apresentou embotamento de sensório, cuja investigação revelou não tratar-se de doença primária cerebral associada, e sim decorrência transitória de sua grave infecção. No momento apresenta-se desperta, cooperativa aos comandos, concluindo último dia de antibioticoterapia intravenosa, fazendo fisioterapia ainda em regime intensivo. Deverá permanecer internada por mais alguns dias para concluir o seu tratamento, e melhorar sua condição global motora."

URGENTE: a Venezuela sangra nas ruas


URGENTE: a Venezuela sangra nas ruas; cabe perguntar: onde está Ariovaldo Ramos?

Norma Braga conclamaos evangélicos a orar pela Venezuela que, neste momento, vive uma crise institucional de proporções dramáticas. O povo foi às ruas enfrentar o regime revolucionário implantado por Hugo Chávez e herdado por Nicolás Maduro.
Reforço o apelo, trazendo ao leitor um breve resumo do que lá ocorre. Em seguida, lembro o apoio do pastor Ariovaldo Ramos ao regime revolucionário implantado por Chávez.
Enquanto escrevo este artigo, leio notícias sobre a erupção da violência em Caracas, Chacao e outras cidades onde milhares de venezuelanos estão sendo duramente reprimidos pelo governo Maduro, que tem feito uso de violência letal para dispersar os protestos.
O Alto-Comissariado para Direitos Humanos da ONU alertou ontem para o risco de um ciclo de violência na Venezuela. Na contagem oficial de vítimas, os protestos em massa contra o governo bolivariano já deixaram três mortos, cerca de 70 presos e 66 feridos.
Não se sabe, contudo, quantos venezuelanos já morreram, foram feridos ou estão presos porque o fluxo de notícias está sendo bloqueado pelo regime bolivariano.
Por ordem expressa do ditador-em-chefe Nicolás Maduro, foram bloqueadas imagens de usuários da Venezuela que usam a ferramenta para atualizar o mundo sobre o que ocorre por lá. O Twitter confirmou que o regime bolivariano bloqueou o envio de imagens.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Pr. Silas fala sobre temas polêmicos em grande entrevista

Digite aqui o resumo do post Digite aqui o resto do postDurante a 5ª Escola de Líderes em Fortaleza, que aconteceu no início do mês de novembro, o pastor Silas Malafaia concedeu uma entrevista exclusiva a um dos maiores jornais do Ceará, O POVO. O pastor falou sobre os mais diversos temas, como aborto, homossexualidade e política.
Confira a entrevista na íntegra:
O senhor sempre teve interesse na política"
Pastor Silas: Deixa eu falar uma coisa pra você: aprendi que, como pastor, posso exercer uma influência, não ser político. Jamais, não fui chamado para ser político, fui chamado para influenciar. No Brasil há hoje um jogo muito engraçado em que humanistas podem opinar, ateístas, anarquistas podem opinar, filósofos, operários, mas quando um pastor fala, aquilo é religião. O que vejo hoje é uma tentativa preconceituosa de nos alijar do processo democrático, como se nós não fossemos cidadãos. Sou cidadão tanto quanto qualquer outro. Tenho direito a expressar minha opinião, porque estou no estado democrático de direito e todo ser humano expressa suas ideias com suas crenças e valores, sejam elas religiosas ou não. Quando o camarada de um viés socialista fala, ele fala a partir das crenças ideológicas que vem no bojo do seu pensamento. Você não descarta crenças e valores de ninguém, sejam elas ideológicas, religiosas, filosóficas. Então, vejo hoje uma tentativa até covarde de querer nos comparar com fundamentalistas islâmicos" O que queremos para o Brasil não é criar uma nação evangélica, o que queremos não é eliminar as outras religiões, impedir as manifestações, mesmo discordando de algumas atitudes, alguns comportamentos, que é direito previsto na democracia. Unidade de opinião é ditadura de opinião, uma ditadura do consenso em que todo mundo precisa pensar igual o politicamente correto, não é estado democrático de direito.
A postura dos líderes evangélicos não peca, muitas vezes, exatamente por parecer radical, intolerante"

Projeto de deputado evangélico pode acabar com casamento gay no Brasil; Texto vai para última discussão antes de votação na Câmara


A resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga aos cartórios de todo o Brasil a realizarem o registro de casamento entre pessoas do mesmo sexo pode ser derrubada através de um projeto de Decreto Legislativo (PDC) de autoria do deputado federal Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

O parlamentar evangélico apresentou o projeto em 2013, logo após o CNJ divulgar sua resolução. À época, muitos líderes evangélicos criticaram a postura adotada pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e também presidente do CNJ.
A principal crítica à questão era que o CNJ não é uma instituição do estado, e sim uma entidade que congrega os juízes, e que portanto, não tinha poder para definir questões que envolvam a legislação.
Agora, o projeto de Oliveira está aguardando relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será votado antes de ser encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados. O texto já foi apreciado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), antes do recesso parlamentar, quando o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) ainda comandava os trâmites da comissão.
Caso seja aprovado, o projeto suspenderá a obrigação imposta pelo CNJ aos cartórios. O deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE), relator do projeto na CDHM, argumenta que a norma atual “extrapola as competências do CNJ, em suas atribuições de órgão regulador administrativo do Judiciário”.
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A Cruz

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