quarta-feira, 20 de junho de 2012

Filme “Prometheus” questiona o amor de Deus Longa de Ridley Scott mistura ficção, horror e teologia


Em seu novo filme, Prometheus, o diretor Ridley Scott aborda a questão controversa da origem humana. O diretor britânico ficou famoso após os sucessos de “Blade Runner – O Caçador de Andróides” (1982) e “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979).
Em seu novo filme, que estreia nesta sexta no Brasil, a protagonista Elizabeth Shaw (vivida por Noomi Rapace) usa um crucifixo no pescoço. Perturbada pela morte do pai e sofrendo por causa disso desde criança, em uma das cenas ela pergunta “Aonde as pessoas vão quando morrem?”
Essa não é a única indagação de cunho espiritual no longa-metragem. A nave espacial chamada Prometheus, que nomeia o filme, é uma referência ao titã  grego que roubou o poder de criar o fogo de Zeus (maior divindade grega) e deu-o aos mortais. Sua traição foi severamente punida por Zeus, que o condenou a passar toda a eternidade amarrado a uma rocha e a sofrer dores inimagináveis, enquanto uma  águia comia, todos os dias, o seu fígado que crescia novamente no final do dia.

Psicóloga Marisa Lobo sai em defesa de Silas Malafaia e afirma: “Jean Wyllys se aproveitou de um programa para ser deputado”. Leia na íntegra


Após as afirmações do deputado Jean Wyllys, que questionou a competência do pastor Silas Malafaia para falar sobre homossexualismo, a psicóloga cristã afirmou que o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo “é um psicólogo, e não apenas um professor de história, ganhador de um BBB, que se aproveitou de um programa, para ser deputado”.
Lobo afirma que o deputado e ativista gay é quem “não tem autoridade científica alguma, para falar de homossexualidade”, e emenda dizendo que Jean Wyllys pode falar sobre  assunto apenas “de conhecimento prático, da sua sexualidade vivenciada. Pois sua experiência acadêmica o deixa longe de discussões científicas, que são neste caso da área médica e de saúde mental, que é a área de formação acadêmica do pastor Silas Malafaia”.
A psicóloga Marisa Lobo afirma que o fato de Jean Wyllys questionar a autoridade de Silas Malafaia sobre o assunto demonstra falta de conhecimento por parte do deputado: “Somente quem não tem conhecimento filosófico e não enxerga nada além de seu umbigo apenas, e vive surfando na onda social dos prazeres relativos pode cometer esta gafe”, pontua.

“Silas Malafaia não tem autoridade para falar sobre homossexualismo”. Assista


O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) afirmou durante entrevista no último dia 10/06 que o pastor Silas Malafaia é “desonesto intelectualmente”.
Durante o programa Jogo do Poder, apresentado no canal CNT pelo jornalista Ricardo Bruno, Jean Wyllys defendeu a aprovação do PL 122 e, quando perguntado sobre a opinião que Silas Malafaia expressou em entrevista à revista Veja, de que o ódio aos homossexuais deve ser crime, desde que a liberdade de expressão seja mantida, o deputado e ativista gay afirmou que “o discurso de demonização dos homossexuais passa pela interpretação fundamentalista da Bíblia”.
-Nem todo cristão age dessa maneira [interpretar a Bíblia de forma fundamentalista], mas há igrejas cristãs que agem dessa maneira, e essa igrejas tem muito poder, tem crescido em poder econômico e político, tem ocupado espaços privilegiados na TV, e elas tem usado esses espaços para desqualificar publicamente a homossexualidade – afirmou Wyllys.
Sobre Silas Malafaia, o deputado afirmou que o pastor deveria reconhecer que não se deve interpretar a Bíblia ao pé da letra, e que o entendimento dele sobre a questão da homossexualidade está equivocado: “Silas Malafaia tem boca e fala o que quer. Eu quero saber quem conferiu autoridade científica a ele para ele se arvorar a dizer o que é homossexualidade, o que a causa e qual sua origem. Ele não tem autoridade científica pra isso. Ele é um proselitista, e fala, portanto, em nome da sua crença”.
Confira abaixo os dois blocos da entrevista de Jean Wyllys ao programa Jogo do Poder em que o deputado fala sobre os evangélicos e o pastor Silas Malafaia:

Em entrevista à CNT, pastor Silas Malafaia afirma que “a Bíblia é um livro de prosperidade” e desafia Jean Wyllys a provar acusações. Assista na íntegra


O pastor Silas Malafaia concedeu entrevista ao programa Jogo do Poder, do canal CNT e falou sobre os diversos assuntos com os quais tem se envolvido publicamente.
Silas falou sobre as mudanças comportamentais da sociedade e a influência do crescimento da parcela da sociedade que se declara evangélica, e relacionou em parte o crescimento econômico e social do país ao aumento do percentual de evangélicos na sociedade.
Falando sobre teologia da prosperidade, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo afirmou que esse assunto se divide em duas partes: “A Bíblia é um livro de prosperidade, não só material, financeira. Na Bíblia, prosperidade tem a ver com bem estar, alegria, paz, relacionamento com Deus, finanças. É um conjunto”, pontuou, e emendou afirmando que isso é diferente da pregação que enfatiza o enriquecimento: “O besteirol da teologia da prosperidade afirma que se você não é rico, você não tem fé”.

domingo, 17 de junho de 2012

Aproveitadores


É provável que muitos daqueles que participaram da festa de casamento em Caná estivessem três anos depois no julgamento de Jesus entre os que gritavam “Crucifica-o! Crucifica-o!”. Muitos foram alimentados, curados e libertados por ele, mas nem todos realmente se converteram ao Salvador. O livro de Hebreus fala algo sobre isso.
Lá diz que é impossível que aqueles que uma vez foram iluminados, provaram a dádiva do céu, desfrutaram dos benefícios do Espírito Santo, experimentaram a boa Palavra de Deus e o poder de uma era ainda futura e, mesmo assim, voltaram atrás, sejam reconduzidos ao arrependimento. Em Hebreus não diz que tenham crido, mas tão somente que desfrutaram dos privilégios da presença de Jesus como meros aproveitadores.
É o caso dos judeus daquela época. Tiveram o privilégio de ver e experimentar tudo isso, e mesmo assim se recusaram a crer no Messias que estava bem ali no meio deles. Na continuação do capítulo Jesus vai ao Templo em Jerusalém e encontra a casa de Deus transformada em um mercado. Não é de hoje que a religião atrai aproveitadores. As condições daquele povo e de sua religião não eram muito diferentes das que você encontra hoje na cristandade. Como diz o ditado, “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
Mas eu quero chamar sua atenção para o final do capítulo 2 de João. Ali diz que Jesus fez muitos milagres em Jerusalém, e muitos daqueles que viram esses sinais creram no seu nome. E o capítulo termina assim: “Mas o próprio Jesus não acreditava neles, pois conhecia a todos, e não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, pois ele bem sabia o que havia no homem”.

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