Quando Kim Jong Un sucedeu seu pai, Kim
Jong Il, a comunidade internacional esperava que a Coreia do Norte diminuísse
ou eliminasse de vez uma série de restrições para os cidadãos do país. A posse
de Kim Jong II como ditador foi marcada por intensa perseguição e execuções dos
cristãos e quando Kim Jong Un assumiu, o mesmo não se repetiu, passando uma
mensagem de esperança de um futuro de tolerância no país.
De fato, proibições sobre alimentos
ocidentais, como pizza e batatas fritas, e as restrições ao uso de telefones
celulares, por exemplo, chegaram ao fim, explica Ryan Morgan, analista do
International Christian Concern.
“O novo governante foi mostrado na
televisão estatal, sorrindo estranhamente e visitando um parque de diversões”,
disse Morgan.
No entanto, os habitantes dessa nação
comunista isolada não possuem nenhuma evidência de qualquer melhoria na
condição da igreja perseguida. “Não ouvimos qualquer relato de melhora para os
cristãos no país e não temos motivos para acreditar que alguma coisa mudou”,
revela.




