sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cristofobia: Perseguição contra cristãos em países islâmicos é destaque na Revista Época


A Revista Época publicou uma matéria na qual destaca a perseguição sofrida por cristãos em países de maioria islâmica como na África Ocidental, no Oriente Médio, no Sul da Ásia e também na Oceania.
O texto foi assinado pela pesquisadora Ayaan Hirsi Ali, nascida na Somália, e que hoje vive na Holanda. Hirsi Ali falou em seu texto sobre a situação vivida pelos cristãos em lugares onde a liberdade religiosa é combatida com armas, bombas e muita violência, e lembrou os diversos ataques sofridos por cristãos em países como a Nigéria, onde o grupo extremista Boko Haram já matou dezenas de pessoas desde o começo desse ano.
Além da Nigéria, foram destacados também problemas do Sudão onde, governados pelo regime autoritário do norte, muçulmanos sunitas atormentam as minorias cristãs e animistas do sul do país.
Segundo a revista, os extremistas usam as leis contra a blasfêmia como pretexto para empregar a violência contra minorias religiosas, valendo-se de assassinatos brutais, bombardeios, mutilações e incêndios em lugares sagrados.
A pesquisadora cita em seu texto o fato de que a mídia local desses países não divulga os casos de cristofobia, e afirma que a influência de grupos de lobby como a Organização da Cooperação Islâmica é uma das várias origens do problema que faz com que a constante matança de cristãos não seja divulgada.
Veja infográfico que retrata o mapa da violência contra os cristãos nesses países:
Fonte Gospel+

Pastor de Barack Obama também se declara a favor do casamento gay


O pastor da antiga igreja do presidente dos EUA, Barack Obama, em Chicago, Otis Moss 3º, se declarou recentemente a favor do casamento gay. Criticando lideres cristãos que atacaram o presidente por apoiar tal iniciativa, ele chegou a comparar a indignação da comunidade cristã com o casamento de pessoas do mesmo sexo ao escândalo que era, há alguns anos, o casamento entre pessoas negras e brancas. “É uma decisão puramente privada”, defende.
Em uma entrevista para a “Spiegel Online”, o pastor criticou os ministros evangélicos que se opõe ao casamento gay e afirmou que não é o matrimonio entre homossexuais que está destruindo a instituição do casamento. “O que de fato está destruindo o casamento é o desemprego elevado, o encarceramento, a falta de ensino e ministros vivendo em contradição, onde falam sobre santidade, mas vivem em adultério”, ressaltou.
Ele disse ainda que a oposição ao casamento gay não veio das congregações, mas foi um movimento exclusivo entre os pastores. “Muitos pastores negros foram educados em escolas evangélicas. Eles foram ensinados que é preciso se posicionar contra isso em particular. Mas as congregações meio que deram de ombros”, afirmou.
Questionado sobre o apoio que prestou ao presidente quando ele foi fortemente criticado por pastores da Convenção Batista, por dizer que apoia o casamento gay, Moss explicou: “Eu disse que deveríamos dar apoio ao presidente e apoiar os direitos de todos na democracia pluralista que chamamos de amor. E nós vivemos nossa fé; nós não legislamos nossa fé”.
Quando o repórter o perguntou qual parte das escrituras que o leva a apoiar o casamento gay, o pastor imediatamente citou o trecho de João 3:16 que diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça”.
Questionado sobre a participação desses pastores em protestos sobre outras questões sociais, Moss criticou: “A maioria dos pastores que protestaram nunca se manifestou contra o racismo, qualquer tipo de injustiça ou brutalidade policial. Eles nunca fizeram nenhuma declaração sobre o atendimento de saúde. Muitos deles permanecem em silêncio sobre questões comunitárias. Eles são calados, mas agora se tornaram líderes desse movimento em particular”.
Fonte: Gospel+

Igreja Católica distribui documento orientando fiéis a não votar em candidatos corruptos nas próximas eleições


Em um documento intitulado “Orientação sobre a participação dos católicos nas eleições”, distribuído na última semana, líderes da Igreja Católica no Brasil orientam os fiéis a eliminar do pleito “os candidatos cuja vida pregressa de acordo com a lei (da Ficha Limpa) contamina o cenário político e ameaça a democracia”.
De acordo com o jornal Tarde on-line, o documento foi distribuído pela Arquidiocese através do arcebispo-primaz do Brasil e de Salvador, dom Murilo Krieger. Assim, a igreja propõe ao seu rebanho e aos eleitores em geral que não venda seu voto e nem o anule, pois quem anula o voto “omite-se e renuncia à possibilidade de participar do processo político”.
Pedindo uma “atenção especial” à “propaganda enganosa, e à oferta de dinheiro ou favores que visem enganar o eleitor”, um dos principais alertas da Igreja é para que o eleitor “avalie, com cuidado, as campanhas dos candidatos, a quantidade de dinheiro gasto e as promessas feitas. Verifique se eles terão condições de cumprir o que estiverem prometendo”.
Dom Murilo explicou que as orientações foram preparadas pelo Conselho Presbiteral da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, com base na mensagem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Eleições municipais de 2012” e que terão ampla divulgação.
“A ideia é que os padres incentivem a leitura e a reflexão nos vários grupos. Enfim, queremos que todos tomem consciência, pois estamos preocupados com o seguinte: diante do que aparece na mídia sobre os políticos há o perigo das pessoas descrerem da política, acharem que é uma coisa ruim, quando ela é a arma do cidadão para se defender da corrupção. Se há corrupção é porque a escolha dos candidatos foi errada de quem os elegeu”, declarou o Arcebispo.
Ele disse ainda que além da tomada de consciência em relação à escolha dos candidatos, o eleitor precisa acompanhar de perto os mandatos de quem elege. “As pessoas devem acompanhar, se manifestar, elogiando quando uma coisa é bem feita ou reclamar das coisas erradas, através de e-mails e os vários meios de comunicação”, alertou.
Fonte: Gospel+

Perdão na Família


Perdão na Família

         Sempre sonhamos em ter uma família perfeita. Não demorou muito (foi na nossa lua de mel) para descobrir que não seríamos aquela família. Apesar dos sonhos encantados de muitos noivos, a família perfeita não existe, e nunca existiu.
         Então devemos desistir da família?  Não. Talvez não seja possível ter uma família perfeita, mas podemos ser uma família que sabe perdoar uns aos outros, e estender essa esperança do perdão às pessoas ao nosso redor.
         O perdão é a chave para se ter uma família feliz.  Sem o perdão, ressentimentos e ira ficam submersos debaixo da superfície do lar.  Assim como o iceberg que naufragou o Titanic, mais cedo ou mais tarde essas mágoas afundam a família.  Temos que aprender a perdoar, através da experiência de sermos perdoados.
         Deus nos ensina a perdoar por meio do perdão que nos oferece em Cristo Jesus. Como recebemos esse perdão?  Há alguns passos simples e básicos, mas essenciais, claramente traçados na Palavra de Deus:

Experimentando a Direção de Deus


Experimentando a Direção de Deus

         Muitas vezes os filhos de Deus já se perguntaram se há como reconhecer a direção do Senhor, a vontade de Deus para suas vidas. Em minha opinião, essa é uma das coisas mais difíceis. Mesmo assim, um cristão pode experimentar a direção do Eterno, de uma ou outra forma.
         A seguir vamos meditar a respeito de duas possibilidades que temos para reconhecer a vontade ou a orientação de Deus. 
Orientação pela atuação da Palavra de Deus
         Um cristão que deseja experimentar a condução de Deus precisa, em primeiro lugar, estar cheio de uma confiança profunda e infantil na Palavra revelada de Deus. Se você procura por certeza absoluta, então nunca deixe de pegar a sua Bíblia! O salmista ora assim:

“Ensina-me bom juízo e conhecimento, pois creio nos teus mandamentos” (Sl 119.66).

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