terça-feira, 15 de maio de 2012

Emissora de TV cancela a série “Boas Prostitutas Cristãs” após baixa audiência; programa provocou protestos entre cristãos


A rede ABC, emissora ligada à Disney, cancelou a controversa série “GCB”, originalmente intitulada de “Boas Prostitutas Cristãs”. Baseada no romance de Kim Gatlin sobre uma mulher viúva que retorna à sua terra natal, a série teve o pedido de renovação para a segunda temporada negado juntamente com mais três séries, “Missing”, “The River” e “Pan Am”.
A série que provocou protestos com o titulo “Boas Prostitutas Cristãs” e posteriormente foi alterada para “Boas e Belas Cristãs” (GCB) para contornar a polêmica, alcançou uma média 5,9 milhões de telespectadores, considerada baixa.
Atrizes da “GCB”, apontada como herdeira da série de sucesso “Desperate Housewives” (Donas de Casa Desesperadas), publicaram post no Twitter lamentando o cancelamento da série.
A Associação da Família Americana havia apresentado uma petição contra a série, dizendo: “Com um título como Boas Prostitutas Cristãs, você pode imaginar que tipo de show será. Mesmo que mudar o título, o conteúdo ainda zombará das pessoas de fé”.
Um milhão de mães também pediram um boicote à série “GCB”, dizendo que ela representava uma “blasfêmia no seu pior”.
Fonte: Gospel+

isso é o fim, falta o que mais.

Nação africana é o pior lugar para ser mãe; Organização cristã presta apoio espiritual e humanitário ao Níger


Segundo relatório anual da ONG Save The Children (Salve As Crianças), a nação africana do Níger tomou o posto do Afeganistão, que liderou por dois anos, como o pior lugar do mundo para ser mãe. Josh korn, integrante da equipe de desenvolvimento espiritual do CURE, organização que apoia hospitais e programas através da mensagem de Deus, diz que o fator determinante na avaliação foi a questão da fome.
“Um dos grandes fatores é a desnutrição. O país do Níger está sofrendo uma escassez de alimentos no momento. Isso, obviamente, tem implicações sobre os bebês e suas mães”.
Na lista, após o Níger, estão presentes os países do Iêmen, Guiné-Bissau, Mali, Eritreia, Chade, Sudão, Sudão do Sul e a República Democrática do Congo. O CURE opera hospitais no Afeganistão e Níger, e embora possuam missão semelhante, o hospital de Níger tem como foco o tratamento de crianças com deficiência.
“Nós fazemos um monte de reparos lábio leporino, pé torto e também tratamos uma grande quantidade de vítimas de queimaduras”, explica Josh. O hospital, que possui boa estrutura para o atendimento, recebe mais de 250 pacientes por mês.
Em 2011, a equipe do CURE lançou um programa nacional em Níger, com o objetivo de tratar todo caso de pé torto congênito no país. Também foram oferecidos treinamento e suporte aos profissionais da saúde na medida em que o programa se expande.
Josh disse que a fome desempenha um papel no trabalho, pois as crianças desnutridas não têm força para se recuperar de uma cirurgia, então elas devem alcançar um peso saudável em primeiro lugar.
“Damos-lhes as suas refeições por dia, e infelizmente, isso é melhor do que muitos deles têm em casa, especialmente quando eles vêm de uma aldeia. Muitas vezes, eles não querem deixar o hospital”. Josh diz que a equipe responde da melhor forma possível às necessidades com os recursos disponíveis. É tudo parte da missão de curar os enfermos e proclamar o reino de Deus.
Fonte: Gospel+

Pastor afirma que pastores que entram para a política deixam de colocar Deus em primeiro lugar


O Brasil já é o segundo país com maior número de cristãos em todo o mundo, segundo o instituto de pesquisa norte-americano Centro Pew. Esse crescimento da população cristã tem refletido cada dia mais na política, tendo evangélicos formando uma forte representação no país, com senadores, deputados e vereadores.
Hoje, o que antes era considerado pelas igrejas evangélicas como algo pecaminoso, é tido como comum e, até mesmo, necessário. Especialistas acreditam que isso se deve a forte ameaça política contra a igreja, nas leis que tramitam em benefício de temas polêmicos como o homossexualismo, o aborto, a eutanásia, entre outros.
Um dos mais conhecidos e comentados evangélicos envolvidos com a política atualmente é o deputado federal, Pastor Marco Feliciano. Hoje considerado um dos líderes da bancada evangélica, Feliciano já havia chegado a afirmar, durante o 21º Gideões Missionário da Última Hora, realizado em Camboriú, Santa Catarina, que nunca se rebaixaria a ser um político.

Lideranças cristãs afirmam que declaração de Obama favorável ao casamento gay é uma afronta a Deus


A recente declaração do presidente Barack Obama sobre o casamento gay provocou reações entre os eleitores, analistas políticos e líderes cristãos.
Segundo levantamento feito pelo Instituto Gallup, 60% dos eleitores entrevistados afirmaram que a opinião pessoal do presidente Obama, favorável à união entre pessoas do mesmo sexo, não influenciará na decisão de voto.
Para o restante dos eleitores que afirmaram levar essa opinião em consideração, 26% dos entrevistados consideraram como negativa a postura do presidente, enquanto que 13% passaram a admirá-lo.
O analista político Jeffrey Jones afirmou que a postura de Obama pode representar um prejuízo a curto prazo, mas que pode se tornar um benefício, dependendo de como a campanha prosseguir: “É importante observar que os resultados da sondagem são reações imediatas dos americanos sobre a posição de Obama. É possível que o impacto da declaração acabe por ser maior ou menor, de acordo com a atenção dada à questão durante a campanha presidencial”, afirmou, de acordo com informações de “O Globo”.
A convenção das Igrejas Assembleias de Deus nos Estados Unidos se posicionaram contrários à postura do presidente em relação ao casamento gay. Através de um comunicado oficial, a denominação, que reúne 3 milhões de fiéis no país, declarou que “a crescente aceitação cultural da identidade e conduta homossexual, masculina e feminina, é sintoma de uma desordem espiritual mais ampla que ameaça a família, o governo e a igreja”.
“Embora tenha se tornado muito comum citar a Bíblia grosseiramente fora de contexto para atender a uma agenda pessoal ou política, isso porém não muda o que a Palavra de Deus declara claramente”, afirma o comunicado.
Outra liderança cristã, o pastor Franklin Graham, que é conselheiro espiritual de Obama, afirmou que a mudança de postura do presidente é uma afronta a Deus: “O presidente Obama tem, em minha opinião, fechado o seu punho contra o mesmo Deus que criou e definiu o casamento”.
Para Graham, a definição de casamento não pode ser alterada por leis ou governantes: “A instituição do casamento não deve ser definida pelos presidentes, governadores ou mídia. A definição foi estabelecida há muito tempo e mudar a legislação ou política nunca vai mudar a definição de Deus. Este é um dia triste para a América. Que Deus nos ajude”.
Fonte: Gospel+

Marta Suplicy voltará a apresentar polêmica versão original do PL 122 para nova discussão no Senado


A discussão em torno do texto final do PL 122 será reiniciada em breve, quando a senadora Marta Suplicy apresentar a nova versão do projeto, durante reuniões da Comissão de Direitos Humanos do Senado.
A audiência pública que aconteceria no próximo dia 15/05 no Senado, foi suspensa a pedido da senadora Marta Suplicy, por conta de eventos ligados a manifestantes homossexuais em Brasília. Em seu lugar, a senadora organizou um seminário pró-PL 122, com a presença de ativistas gays.
Agora, segundo o site Mix Brasil, ligado ao movimento homossexual, a senadora Marta Suplicy apresentará novamente a versão original do texto do PL 122 para discussão no Senado.
Essa versão já havia sido recusada anteriormente por divergências entre os integrantes da Comissão de Direitos Humanos e pressão dos parlamentares da bancada evangélica. Em seu lugar, Marta Suplicy havia preparado um texto que excluía os pontos mais polêmicos, como itens ligados à liberdade religiosa, porém essa versão voltou a ser recusada.
Agora, sob pressão dos ativistas gays, que desejam ver aprovada a versão original do PL 122, a senadora deverá apresentar novamente o texto original, inserindo apenas a nomenclatura de “Lei Alexandre Ivo”, em homenagem a um adolescente homossexual que foi assassinado em 2010.
Pela tramitação regular do Senado, o projeto precisa ainda ser aprovado na Comissão de Direitos Humanos, para então ser discutido na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, para então, ser discutido novamente no plenário do Senado e só aí, ser votado, para se aprovado, ser encaminhado à presidente Dilma Rousseff, que poderá sancioná-lo ou vetá-lo.
Fonte: Gospel+

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