sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Igreja da Maconha é descoberta em Americana, interior de SP



O dono do local já foi preso por tráfico de drogas, mas alega que a plantação era para consumo próprio


A polícia de Americana, cidade do interior paulista, recebeu a denúncia de um local onde havia plantação de maconha. Chegando lá os policias descobriram que era uma igreja onde os frequentadores idolatram a maconha.
Os guardas municipais encontraram 32 árvores da erva e em um dos cômodos da casa foi encontrado um prato com a maconha pronta para uso.
O dono da igreja já havia sido preso por tráfico de drogas, mas ele garante que as árvores de maconha não eram para ser vendidas e sim para consumo próprio e dos frequentadores da igreja.
A ação da polícia foi filmada e divulgada no programa Brasil Urgente, da Band.

Vida de pastores que se dedicaram a salvar órfãos e prostitutas vira roteiro de Hollywood

Redenção e Flowers of War mostram o valor de se doar por amor ao próximo

A curiosa opção de vida de Sam Childers, que após largar as drogas e as festas de motoqueiros, tornou-se o defensor de crianças órfãs no interior da África é o tema do filme “Redenção”. O filme que estria no Brasil nesta sexta (16) é baseado na biografia de Childers, o “pastor metralhadora”, é interpretado nas telas por Gerard Butler (de 300).
Desde o início o filme mostra a violenta realidade dos massacres de povoados no Sudão, durante uma guerra sangrenta que fez os muçulmanos dizimarem os cristãos. Depois de quase 20 anos, culminou na divisão do país em dois.
Sam Childers era um criminoso, andava com uma gangue de motoqueiros, pulando de bar em bar e de cadeia em cadeia sabia pouco ou nada sobre a realidade do outro lado do oceano. Mas as orações de sua mulher o alcançaram e ele muda de vida, torna-se cristão e percebe que Deus o chamou para ser pastor.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Câmara aprova projeto que proíbe pais de baterem em filhos


O texto do projeto é resultado de um acordo feito com os movimentos sociais e a bancada evangélica sobre a definição de castigo físico.

A comissão especial criada para analisar proposta do Executivo que proíbe o uso de castigos corporais em crianças e adolescentes (PL 7672/10) aprovou nesta quarta-feira (14), em caráter conclusivo, o parecer da relatora, deputada Teresa Surita (PMDB-RR). O texto seguirá para o Senado, exceto se houver recurso para que seja apreciado pelo Plenário da Câmara. A matéria aprovada é um substitutivo ao projeto do Executivo.

Milhares de menores abusados sexualmente em Igreja católica holandesa


Várias "dezenas de milhares de menores" foram abusados sexualmente na Igreja católica holandesa entre 1945 e 2010, e 800 supostos autores foram identificados.

A afirmação foi feita nesta sexta-feira por uma comissão investigadora independente ao apresentar seu informe final.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PLC 122: Marta Suplicy e Jean Wyllys brigam em público


Após retirar a PL 122/2006 de votação para reexaminá-lo, a Senadora Marta Suplicy, relatora do projeto, foi severamente criticada por ativistas gays que não concordaram com as alterações feitas por ela.
Uma das críticas mais pesadas partiu do Deputado Federal Jean Wyllys, que afirmou que as alterações de Marta Suplicy tornaram o projeto inócuo, e que da forma como estava, a PL 122 “não atendia as necessidades da comunidade gay”.
A senadora, ao saber das críticas, disparou contra Jean Wyllys, afirmando em entrevista ao Portal Terra, que o deputado tinha “má fé”. “Tive que ceder aos acertos. Os acertos criaram coisas que não existem. Hoje, se você for discriminado no trabalho, vai reclamar para o bispo, porque não tem para quem. Se você for chutado na rua e xingado numa fala homofóbica, você não tem como dar queixa, porque não configura em nada e o projeto faz ser apenado. Então, dizer que o projeto é inócuo é de uma má-fé extraordinária. Ele vai acrescentar várias conquistas. Não é o 122 que eu queria, mas é o que é possível”, defendeu-se Marta.
Ainda criticando o colega parlamentar, a senadora afirmou que a postura de Jean Wyllys mostra que ele não tem outras propostas: “Toda a fala dele é em relação ao casamento (entre pessoas do mesmo sexo). Com a união estável aprovada pelo Supremo (STF), ele perdeu um pouco a fala e não consegue coletar as assinaturas da PEC. Então, fica bombardeando o projeto da homofobia que estou fazendo. Isso mostra uma imaturidade enorme, porque o projeto pode passar na Comissão de Direitos Humanos (do Senado), na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), no plenário e ir para a Câmara. Aí, ele pode ser o relator e usar a grande competência dele para acrescentar tudo que o quiser”.

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