sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PLC 122: Marta Suplicy e Jean Wyllys brigam em público


Após retirar a PL 122/2006 de votação para reexaminá-lo, a Senadora Marta Suplicy, relatora do projeto, foi severamente criticada por ativistas gays que não concordaram com as alterações feitas por ela.
Uma das críticas mais pesadas partiu do Deputado Federal Jean Wyllys, que afirmou que as alterações de Marta Suplicy tornaram o projeto inócuo, e que da forma como estava, a PL 122 “não atendia as necessidades da comunidade gay”.
A senadora, ao saber das críticas, disparou contra Jean Wyllys, afirmando em entrevista ao Portal Terra, que o deputado tinha “má fé”. “Tive que ceder aos acertos. Os acertos criaram coisas que não existem. Hoje, se você for discriminado no trabalho, vai reclamar para o bispo, porque não tem para quem. Se você for chutado na rua e xingado numa fala homofóbica, você não tem como dar queixa, porque não configura em nada e o projeto faz ser apenado. Então, dizer que o projeto é inócuo é de uma má-fé extraordinária. Ele vai acrescentar várias conquistas. Não é o 122 que eu queria, mas é o que é possível”, defendeu-se Marta.
Ainda criticando o colega parlamentar, a senadora afirmou que a postura de Jean Wyllys mostra que ele não tem outras propostas: “Toda a fala dele é em relação ao casamento (entre pessoas do mesmo sexo). Com a união estável aprovada pelo Supremo (STF), ele perdeu um pouco a fala e não consegue coletar as assinaturas da PEC. Então, fica bombardeando o projeto da homofobia que estou fazendo. Isso mostra uma imaturidade enorme, porque o projeto pode passar na Comissão de Direitos Humanos (do Senado), na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), no plenário e ir para a Câmara. Aí, ele pode ser o relator e usar a grande competência dele para acrescentar tudo que o quiser”.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Líderes religiosos falam sobre sexualidade em programa da Rede Globo


Houve concordância em vários temas, menos quando o assunto foi traição

O programa Amor & Sexo da Rede Globo, exibido na última quinta-feira, 8, levou representantes do catolicismo, judaísmo e protestantismo para falar sobre sexualidade. Os convidados de Fernanda Lima foram: o padre Alessandro Campos, rabino Sérgio Margulies e o reverendo Marcos Amaral da Igreja Presbiteriana.
Os religiosos comentavam as respostas dadas pelo ator Daniel Boaventura. Entre elas o sexo antes do casamento, o uso da camisinha e etc. Sobre o sexo entre solteiros todos concordam de que a relação sexual deve acontecer depois do casamento, quando já conhece bem uma pessoa, mas pensando no que acontece nos dias de hoje se deve usar camisinha.
Outro assunto discutido foi a homossexualidade. O reverendo disse que na Igreja Presbiteriana o casal homossexual será muito bem vindo. “Uma coisa é ele e seu parceiro desejarem congregar e conviver na comunidade, mas certamente essa comunidade vai trazer informações sobre suas convicções. Nós discordamos, mas convivemos”, disse ele.
O rabino também disse que vai acolhê-los, mas como outras religiões mostrarão os valores que acreditam, mas a comunidade também precisa aprender a respeitar essas pessoas. O padre reiterou esse discurso dizendo que a Igreja Católica também acolheria esse casal “porque todos, sem distinção, são filhos de Deus”.
O único tema que dividiu opiniões foi o caso de traição. O pastor presbiteriano disse que o marido não precisava revelar a traição para sua esposa. O representante do judaísmo é favor de contar a verdade, pois o relacionamento não pode ser firmado na mentira. “Quem ama não trai”, disse o padre dando sua opinião a respeito dizendo que a fidelidade é indispensável.

Assista:

Célula da Al Qaeda é acusada de planejar ataque contra cristãos


A polícia também encontrou listas de nomes e endereços residenciais de cristãos e outros funcionários que trabalhavam em igreja em Ankara.
Um suposto plano de bombardear "todas as igrejas cristãs que estão em Ancara", bem como o Parlamento turco e a embaixada dos Estados Unidos que fica na capital Turquia foram divulgados hoje, e a acusação cai sobre o grupo terrorista Al Qaeda. 
Em uma matéria exclusiva estampada na primeira página do jornal diária Taraf, houve a divulgação de uma acusação oficial contra 11 supostos militantes da Al Qaeda, presos em julho. A matéria revelou supostos planos terroristas para atacar as igrejas em Ankara.
Preparado e arquivado pelo Ministério Público, em Ankara, o relatório de indiciamento contém 50 páginas, que foram descritas pela reportagem do jornal, que relatavam que o plano dos militantes islâmicos era iniciar a "jihad" na região para lutar contra os Estados Unidos e tudo aquilo que vai contra a fé islâmica, mas antes seria necessário fazer a "jihad" contra o próprio país, a Turquia.
"É mais vantajoso iniciar a jihad contra a Turquia do que contra os Estados Unidos", segundo as informações contidas dentro dos relatórios que planejavam o ataque em Ankara. "Vamos explodir o parlamento!", dizia em uma das páginas.
Entre o material apreendido pela polícia havia CD's, mapas detalhados, desenhos e diagramas de construção. A polícia também encontrou listas de nomes e endereços residenciais de cristãos e outros funcionários que trabalhavam em igreja em Ankara.
Em 2010, autoridades turcas prenderam várias pessoas suspeitas de estarem envolvidas com a Al Qaeda, o que indica que exista uma rede de apoio significativo a causa terrorista na Turquia. Especialistas dizem que o grupo local tem se concentrado, principalmente, na arrecadação de fundos e recrutamento de novos membros na Turquia.

Igrejas no Uzbequistão são proibidas de evangelizar



Autoridades no leste do Uzbequistão têm alertado as igrejas locais que permitiram mais que jovens e crianças assistam os cultos e que atividades missionárias e evangelização serão consideradas atividades de “proselitismo”, segundo informações de cristãos e ativistas locais.

A notícia surgiu na quinta-feira, 8 de dezembro, depois que o Chefe Adjunto de Administração, Saidbrahim Saynazirov falou com os líderes de igreja da cidade de Angren, que fica a leste da capital do Uzbequistão, Tashkent.

Vereador evangélico vai doar carro de R$ 85 mil para Museu da Umbanda


Depois de a Prefeitura de São Gonçalo demolir a casa onde foi criada a umbanda, os militantes da religião lutam agora para construir no local, considerado um solo sagrado, o Museu da Umbanda. Em apoio à causa, o vereador Amarildo Aguiar (PV), que é evangélico, prometeu doar um carro avaliado em R$ 85 mil para levantar fundos para a instituição.
Aguiar é membro da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) da Câmara dos Vereadores de São Gonçalo. O anúncio foi feito durante uma audiência pública, que também contou com a participação de lideranças umbandistas e muitos fieis da religião. 

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